sábado, 28 de janeiro de 2012

Isto é futebol

Quem não o entende como tal... não faz falta.


Uma pequena nota: não percebo com é possível serem uns quantos portugueses a lutar pelo centralismo de Espanha! ... traduzindo a lutar pelo Real Madrid. 

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Momento cultural


Este senhor inventou a palavra Utopia - Thomas More.

Aconselho vivamente, e deixo aqui o meu lado pseudo filosófico, numa sociedade cada vez mais individualista, aquela expressão "os outros também fazem" serve para justificar os males quotidianos que se cometem sem ter em vista a tal sociedade ideal. Se nunca ambicionarmos ser ideais nunca chegaremos a ser sequer razoáveis.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Olha o lápis azul

E eu a pensar que já tinham passado mais de 30 anos depois de 1974...

"Um gajo chamado Relvas" acaba com espaço de opinião que serviu de palco a críticas duras a Angola

Já vale tudo, não gosto de dizer isto mas já começo a gostar de pelotões de fuzilamento.

Prémios do ridículo

Destacadamente os adeptos do Real Madrid, nunca vi tanta ignorância futebolística, autênticos mercenários.


O prémio carreira é atribuído ao Sporting, está malta não se cansa de inventar... venha outra direcção que estes têm os mesmo genes do resto da realeza.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Existem poucos assim

Horta Osório abdica de prémio de três milhões de euros.

As razões até podem ser dúbias mas um exemplo positivo, e hoje em dia são excepções.

Um dos porquê de estarmos assim...



"Client 9", de Alex Gibney, é um documentário obrigatório para perceber corredores da corrupção moral do poder. Eliot Spitzer foi, durante sete anos, procurador-geral de Nova Iorque. Implacável com os crimes de colarinho branco, processou farmacêuticas ou indústrias poluidoras. Mas foi quando se meteu com os tubarões de Wall Street que marcou o seu destino. Antes de tudo o que sabemos hoje, Spitzer foi atrás das fraudes da AIG e do Bank of America. Tentou acabar com os ordenados e cláusulas de rescisão milionárias do diretor-geral da Bolsa de Nova Iorque, pondo em causa o poder de magnatas de Wall Street, como Kenneth Langone. Ou seja, tentou, com os seus pequenos poderes, pôr ordem na selva financeira. E, tendo em conta o cargo que ocupava, conseguiu vitórias extraordinárias que deixaram Wall Street em pânico. E inimigos poderosos que não disfarçavam a vontade de vingança. Quem se julgava este homem para querer impor a lei a quem paga as campanhas de quem as faz?

Com uma enorme popularidade entre os nova-iorquinos, Spitzer chegou a governador do Estado. Em Albany, encontrou um dos mais corruptos corpos legislativos dos EUA. E também aí fez poucas amizades. O seu estilo truculento, a sua pouca habilidade negocial e algum voluntarismo excessivo terão ajudado pouco. Mas com isso sabe o poder instalado lidar. O que não aguenta, o que é intolerável, é um homem que junte à honestidade coragem.

Só que Spitzer é um homem. Imperfeito e incoerente, como todos os homens. A sua fraqueza foram as incursões aprostitutas de luxo. O que Spitzer não imaginava, na sua ingenuidade, é que a partir do momento em que pôs em causa homens tão poderosos como o CEO da AIG, Maurice Greenberg, ou o anterior diretor-geral da Bolsa de Nova Iorque, Richard Grasso, levando à demissão dos dois, ou quando tornou público o que andava esta gente a fazer com o dinheiro dos investidores, teria de passar a ser mais do que perfeito. Ele era um alvo à abater. E mais tarde ou mais cedo escorregaria e seria abatido. Era só ter paciência e meios. O que poderia faltar da primeira sobrava da segunda.

E é aqui que o documentário se torna interessante. Como a justiça federal ganha um súbito interesse por uma pequena agência de escort e mobiliza meios nunca vistos para uma investigação aparentemente insignificante. Sendo esse interesse impulsionado pelos mesmos homens que, no sistema judicial, sempre tentaram travar as anteriores investigações de Spitzer e que, se tivessem ido mais longe, poderiam ter impedido a crise financeira internacional em que estamos mergulhados. Como foi desenterrada uma qualquer lei que pudesse, de alguma forma, justificar aquela enorme investigação. Como, sem nunca realmente Spitzer ter sido formalmente acusado, tudo foi sendo soprado para a comunicação social. Como os tabloides ligados à direita americana foram usados como instrumento para destruir este atrevido. Como barões da finança e corruptos locais se juntaram para tão edificante tarefa. Para que ele servisse de exemplo para quem alguma vez lhe quisesse seguir os passos.

A maioria dos cidadãos, puritanos ou apenas ingénuos que procuram heróis perfeitos em vez de quem, com os seus defeitos e pecados, os represente e lute por eles, achava que só restava Eliot Spitzer a demissão. Muitos deles estão hoje desempregados, sem casa e na miséria. Porque a política e a justiça não fizeram o que este homem tentou começar. Eliot Spitzer foi incoerente? O próprio o afirma e não responsabiliza ninguém, a não ser ele próprio, pela sua queda. Foi a sua desvantagem em relação aos inimigos que ganhou para a vida e que festejaram ruidosamente a sua queda. Com padrões morais inexistentes, é fácil, para eles, manter a sua coerência. E enquanto os que sofrem todas as consequências dos seus atos exigirem a perfeição a homens que apenas tentam ser sérios e corajosos serão os corruptos a decidir os nossos destinos. Se somos implacáveis com os melhores, porque deles esperamos tudo, e benevolentes com o esgoto, porque dele nada esperamos, é com o esgoto que viveremos.
Por Daniel Oliveira

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Dois filmes... um significado

Aqui ficam dois excelentes filmes, não recentes mas eu estou em delay, após os Óscares eu dou o meu veredicto. Quanto a estes filmes são uma excelente perspectiva masculina e feminina da vida e do amor.


Costa Concordia

A maneira como está a ser Governado o nosso Portugal é muito semelhante a este navio, a única diferença é que os culpados não vão ser responsabilizados.

Só mais uma adenda ao Acordo Laboral: trabalhar 16 horas por dia incluindo Sábado, em troca, uma carcaça, um bagaço, duas batatas e lata de salsichas. Quanto a férias, 2 dias, um para tomar o banho do ano num tanque público e o outro para entregar os bens às Finanças.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Curtas

Nada de novo, como de costume as nomeações para os meninos que não vivem acima das possibilidades. Deixo só uma achega para repararem que grande parte deles faz parte do exemplar círculo de amigos do Nosso Grande Presidente da República (soube hoje que provavelmente a ele não serão retidos o 13º e subsídio de férias... já vale tudo menos arrancar olhos com saca rolhas). 

A minha grande preocupação que vem neste contexto, é a privatização das Águas de Portugal, a partir do momento em que um país quer tornar a água um negócio (dizem por aí que é necessária à vida), o limite da dignidade foi atingido.

Quanto a isto - Marines americanos urinam em seres humanos. Estranho a naturalidade com que se dão estás notícias. Para quem a justificação é salvar o mundo das trevas, não me parece a melhor maneira, só se está malta do Oriente for dada a fetiches, mas não me lembro dessa parte do Corão.

_Máfia é o maior banco italiano e nós temos o Miguel Relvas. 

A propósito das pessoas que agora se sabe  pertencentes à Maçonaria, por este caminho o Jorge Jesus chega a grão mestre - "Eu Acardito".


quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Aconselho quase patologicamente


Esperemos que tenha mais juízo que a Amy Winehouse para podermos disfrutar...
Favoritas: Hometown Glory e One and Only

Um desejo para 2012

                                                  Retirado de arrastão.org




Após ouvir declarações da Manela Ferreira Leite, gostaria intensamente que está "coisa" vivesse até aos 200 anos mas com necessidade de hemodiálise. Isso faz de mim má pessoa, talvez, mas não tanto como a "coisa".

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

A lei e essas merdas


Tenho procurado bastante e não encontro nada que me faça acreditar na Justiça Portuguesa, se alguém me puder ajudar agradecia.

A normalidade da mentira

O caso recente da maçonaria só vem demonstrar para além da evidente promiscuidade de interesses na vida política e a vergonha das nossas secretas, uma facilidade em mentir que me deixa deveras intrigado. Primeiramente a leviandade com que os autores os fazem e a outra talvez mais grave, a inoperância de quem as ouve e aceita.
Gostava de recordar um caso, para além do actual Primeiro Ministro e as suas inúmeras aldrabices da campanha, o Ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, que segundo as minhas contas já deve duas demissões, espero que à terceira seja de vez. Na primeira, este artista recebia um subsídio ao qual não tinha direito, e depois de uma alvoroçozito de noticias deve ter pensado "Ah deixa-me cá renunciar a 1400 euritos ganhos desonestamente a ver se a plebe acalma". Na minha terra chama-se roubar, nesta altura de "crise" ou outra qualquer. Mas por lá ficou, depois vieram as manifestações onde alegadamente havia polícia à civil provocando as escaramuças, mas o artolas negou, mas parece que existem telemóveis que para além de filmar também dão para telefonar, e provou o contrário. 
Vejo sempre de modo particular aquele discurso ofendido dos políticos quando se fala em  desonestidade por parte deles, eles respondem sempre que existem muitos mais honestos que o contrário, eu pergunto-me se assim fosse era do interesse dessa maioria apontar e banir os corruptos. Aqui fica a questiúncula? 

Só uma última laracha, o facto do Sr. Pingo Doce ter mudado para um regime fiscal mais em conta, é feito com a conivência do bloco central, pois são eles que não aprovam a taxação na transferência de dividendos, talvez mais um efeito das promiscuidades. A atitude de Soares dos Santos pode ser reprovável do ponto de vista da Pátria mas inteligente a nível empresarial. Anda por aí muita gente a atirar a primeira pedra. 

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Até ao infinito e mais além

A única maneira de começar será pelo início, tendo eu a pretensão que alguém leia isto, vou pedir delicadamente  que não me tratem pelo nome próprio, tenho visto que dá mau resultado, quando se dirigirem à minha pessoa o façam com uma vénia e sem olhar directamente no ecrã. Caso contrário será oferecida uma viagem ao Brasil, ao paraíso de Maricá.
Faço já uma declaração de interesses, tendencialmente apartidário, ideologicamente de esquerda, ateu e Benfiquista (provavelmente a minha única qualidade).
Não tenho intenções de ser delicado para isso já existe aquele senhor que lidera o Partido Socialista que agora não me recordo.
E deixo claro que me estou a borrifar para o Acordo Ortográfico.