sábado, 24 de março de 2012

Vale tudo menos perder votos

O Rodas Baixas "franciú", Ti Sarkozy, aproveitou mais um acto de extremismo religioso para se lançar vitoriosamente nas próximas Presidenciais. Que dizer deste aproveitamento...

No congresso do PSD quando as votações não agradam, mandam-se retemperar até que fique a gosto.

Em relação ao Aníbal, acho que já compreendi a importãncia dele para o País: ... já está. (Isto não é um prefácio)

O TGV e Parque Escolar, os conluios politico económicos continuam, sem nenhuma responsabilização.

Durante a greve e as respectivas cargas policiais, nunca se saberá a veracidade dos factos, todos terão a sua razão. Mas gostaria de destacar o espírito revolucionário que vai efervescendo e a firmeza das forças de segurança.

Depois de que vi Aimar levar mais cartões vermelhos na Liga Portuguesa que o Bruno Alves já acredito em tudo.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Síria

Indicações

Só para terem uma noção do caminho que este Governo tenciona trilhar, vejamos só os seguintes exemplos.
O Secretário de Estado que por incompetência desonestidade não declarou verdade sobre o duplo pagamento à LusoPonte, mantêm-se no cargo e provavelmente será agraciado com um belo cargo na empresa no final de funções.
O Secretário de Estado para o sector da Energia que tinha como função fragilizar o monopólio da EDP com consequências nas facturas que chegam a casa de particulares e empresas, foi rapidamente varrido para não incomodar o Sr. Mexia e as sua gestão gloriosa, sem concorrência e praticando preços de assalto podendo depois recolher as suas compensações deveras insultuosas.
Só para lembrar que a empresa oriental que comprou parte da EDP em 2012 vai receber dividendos de 2011, ou seja, roubando dinheiro aos portugueses, que vêem as suas reformas e subsídios cortados em nome de uma causa qualquer.

Outro dia ouvia um amigo, que dissertava da seguinte maneira "só quando algum levar um balázio na testa em frente dos outros é que aprendem", e perguntei-me " mas isso é crime, terrorismo?" e "...mas o que está gente faz todos os dias merece tal respeito?". A paciência dos portugueses não é eterna, como demonstra as sucessivas revoluções ao longo da nossa história.